Relações Diplomáticas


RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS

A Federação.
As atitudes da Aliança para com a Federação variam muito, dependendo se a pergunta é feita sobre o governo ou os cidadãos da Federação. O governo é visto como uma relíquia tacanha, incapaz de impedir seu lento declínio rumo à decadência, mas a população em geral é vista com muita compaixão. Um cidadão da Aliança, orgulhoso de sua própria emancipação, possivelmente terá uma visão condescendente de um cidadão federal – são caracterizados como trouxas ignorantes que são mantidos saciados por entretenimento de massa e produtos de marca. Porém, isso não é visto como culpa deles. Pelo contrário, acredita-se que a Federação e os barões corporativos mantém deliberadamente o povo nesse estado servil.

A Aliança está mais interessada em incentivar os sistemas federais a entrar na sua união vencendo assim a guerra moral – do que em obter vingança pelos crimes do passado. Já houve violência demais.

O Império.
Para a Aliança, o Império é o anátema. Com sua cultura monolítica, sua veneração da opulência, seu desdém pelos direitos humanos e sua tolerância à escravidão, ele está o mais longe possível dos valores da Aliança, como respeito mútuo e liberdade da exploração. Ainda assim, vários membros da Aliança preferem lidar com o Império do que com a Federação. A crença comum é de que a Federação sempre finge ser algo que não é. Com o Império, ao menos, é possível saber com quem se está lidando.

Vários cidadãos da Aliança veem o surgimento de um movimento progressista dentro do Império com cinismo. Todos sabem que o Império não é capaz de mudar seus costumes – todo o modelo social imperial é uma imitação do passado. Mesmo assim, algumas pessoas na Aliança receberam bem a ascensão da primeira Imperador mulher. Pode ser que o edifício não esteja prestes a ruir, mas uma mudança tão profunda não pode ser ignorada.


Fonte: Elite Dangerous (Codex)


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