Sociedade


SOCIEDADE

Vários mundos, poucas regras, sem suseranos.
Os termos de participação da Aliança são projetados para unir os sistemas integrantes com laços fortes e diretos que permitam a maior autodeterminação possível. A participação garante a prosperidade mútua, com a garantia do livre comércio, e a segurança, com a Força de Defesa da Aliança, ao mesmo tempo que deixa as questões de governo a cargo dos membros individuais.

A Assembleia da Aliança age como comitê central de arbitragem, ajudando a resolver disputas entre os sistemas participantes. Também supervisiona acordos formais entre os membros, como tratados, metas de pesquisa e políticas acordadas mutuamente.

Como a nenhum sistema é permitido ter mais influência do que aos outros, a Assembleia frequentemente fica atolada em negociatas sem fim. Fazer com que ela chegue a qualquer acordo é uma tarefa muito comparada a arrebanhar ling langs, carnívoros do sistema Achenar conhecidos por seu mau humor.

Um corpo de servidores civis, que não se envolvem na política, gerenciam o trabalho administrativo do dia-a-dia que permite que a Aliança funcione.

Autonomia condicional para os sistemas participantes.
Os membros da Aliança devem assinar e defender um código de direitos humanos e ter um governo eleito democraticamente. Os cidadãos de qualquer estado-membro têm o direito à liberdade de movimento e residência em qualquer outro estado-membro. Além disso, todos os sistemas participantes são obrigados a oferecer assistência militar imediata a qualquer outro membro, se necessário.


Fonte: Elite Dangerous (Codex)


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