Sociedade


SOCIEDADE

As construções sociais dos Guardians foram essenciais não apenas para seu desenvolvimento rápido, mas também para a estabilidade que definiu os dias de paz de sua civilização.

Embora os Guardians tivessem uma tendência natural à colaboração, não foi até o fim da primeira guerra civil que essa tendência teve um impacto mensurável em sua sociedade. A reorganização social que se seguiu à guerra incluiu a criação de estatutos que definiam não apenas os direitos individuais, mas também suas responsabilidades uns aos outros. Conforme a sociedade dos Guardians evoluiu, leis adicionais foram aprovadas exigindo que os indivíduos participassem de atividades socialmente progressivas, do cuidado pelos jovens à realização de pesquisa científica.

Essas responsabilidades eram apoiadas pelo estado, que disponibilizava educação e informação para todos.

Durante a maior parte de sua história, os Guardians não tiveram uma fé formal, mas a criação da rede de monólitos precipitou o surgimento de uma religião natural que contestava a  oneração da tecnologia. Embora essa religião tivesse raízes na tradicional reverência dos Guardians pelo mundo natural, tornou-se rapidamente um movimento radical, violentamente oposto ao uso de implantes neurais e outras tecnologias avançadas. Porém, essa nova religião só existiu por um curto período, com sua existência eliminada pela destruição da sociedade dos Guardians.

 

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