Tecnologia


TECNOLOGIA

A história pré-industrial dos Guardians foi, em grande parte, semelhante à da raça humana, com o desenvolvimento de ferramentas e da agricultura provando ser centrais para seu desenvolvimento, mas um assunto em que eles diferiam era a compreensão da engenharia biológica.

A prática de reprodução seletiva para eliminar ou promover certos traços genéticos teve início antes da primeira guerra civil e, conforme a sociedade dos Guardians evoluiu, seu talento como engenheiros genéticos acompanhou a evolução. Após a guerra, os Guardians desenvolveram a capacidade de melhorar seus sistemas imunológicos para proteger contra infecções e criaram microorganismos específicos para eliminar ameaças biológicas. A manipulação genética também fazia parte do cuidado pré-natal, que envolvia a remoção de doenças hereditárias e outras condições indesejáveis antes do nascimento.

Os Guardians eram um povo com consciência ecológica, que evitava assiduamente o uso de foguetes e combustíveis fósseis. Suas primeiras naves espaciais não tinham qualquer forma de propulsão interna e eram lançadas ao espaço por lançadores eletromagnéticos. Os pilotos e passageiros eram abrigados em bolhas de gel respirável, que os protegiam das forças-G do lançamento e também serviam como cápsulas de hibernação durante longas jornadas.

Em questões bélicas, os Guardians dependiam inicialmente das escarpas ósseas em seus antebraços e, mais tarde, em armas simples como lanças e arcos. Quando entraram na era tecnológica, desenvolveram armas de projéteis eletromagnéticos que usavam a mesma tecnologia usada para lançar suas primeiras naves espaciais. Também desenvolveram escudos extremamente eficientes, capazes de proteger cidades inteiras e de resistir até mesmo a bombardeio orbital. Na época, porém, conflitos de grande escala eram virtualmente desconhecidos e não foi até o conflito com os Thargoids que novas inovações militares foram feitas.

A segunda guerra civil dos Guardians foi travada principalmente com armas biológicas. empregadas pelos tradicionalistas, e máquinas de guerra automáticas, usadas pelos progressistas. Os escudos que protegiam as cidades dos Guardians não podiam resistir a essas novas armas, forçando vários dos Guardians a recuar para assentamentos fortificados.

Mas as conquistas tecnológicas mais significativas dos Guardians foram, sem dúvida, a criação da rede de monólitos e o desenvolvimento da inteligência artificial. O uso de implantes neurais para conectar os Guardians a suas criações poderia ter dado origem a uma nova era de descobertas científicas e tecnológicas, mas infelizmente essas inovações levaram apenas à destruição dos Guardians.

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