Introdução


INTRODUÇÃO

“Que obra de arte é o homem! Tão nobre no raciocínio, tão vário na capacidade! Em forma e movimento, tão precioso e admirável! Na ação é como um anjo, no entendimento é como um Deus! A beleza do mundo. O exemplo dos animais!”

– Shakespeare, Hamlet

“Quando nossos ancestrais partiram da Terra, perguntaram a si mesmos: qual de nossas conquistas representa o melhor da humanidade, para que seja levada por nós para iluminar a escuridão? A Federação, enredada em um mundo de contratos e disputas mesquinhas, escolheu a Constituição. Colocaram sua confiança não no homem em si, mas na obra imperfeita do homem.”

“Mas meu ancestral – seu primeiro Imperador – foi mais sábio. Ele sabia que a maior conquista da humanidade era a própria humanidade. Havia mais sabedoria em um único nucleotídeo de seu nobre DNA do que em todos os textos e escritos da Federação.”

“É essa mesma sabedoria que nos guia hoje. Não precisamos de um documento empoeirado para afirmar nosso direito! Somos humanos, nascidos para governar… e o universo aguarda a mão firme do nosso governo.”

– Imperador Trasken Duval II, rascunho do discurso não realizado, escrito imediatamente antes de sua morte súbita e inexplicada.

O Império, embora mais jovem do que a Federação, é facilmente igual a sua rival histórica em termos de escala e recursos. A principal distinção social entre as duas potências é que a escravidão é legal no Império – um fato que tem sido fonte de controvérsia desde sua fundação, tanto dentro quanto fora do Império. Porém, alguns observadores apontam que as condições para as pessoas nos níveis mais baixos da sociedade federal são piores do que as oferecidas aos escravos imperiais.

A imagem popular do Império é de opulência, mas embora pompa e ostentação possam ser a norma nos sistemas centrais do Império, em outras partes do espaço imperial é possível encontrar vários exemplos de privação e miséria. Na verdade, o Império engloba vários contrastes marcantes: tecnologia sofisticada existe ao lado de um sistema de governo da Roma antiga, e a riqueza dos mundos centrais depende do trabalho escravo, muitas vezes sem regulação, nas colônias externas.

A eficiência industrial impiedosa e a baixa tributação tornaram o Império rico e poderoso. A hierarquia da sociedade imperial é rígida, mas um cidadão pode sempre subir os degraus se se tornar suficientemente rico e tiver as conexões certas. Até mesmo um escravo poderia, teoricamente, tornar-se um senador.


Fonte: Elite Dangerous (Codex)


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