Relações Diplomáticas


RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS

A Federação.
No Império, o ressentimento com a Federação é profundo. A superpotência é lembrada como uma força opressora de interferência que evita, de forma hipócrita, causar o menor dano à vida não humana, mas não vê problema em impor, à força, seus valores sobre outros humanos, e carece das liberdades e costumes sociais a que o Império dá tanto valor.

Embora a hostilidade aberta tenha sido o caso no passado, a situação atual é uma coexistência rancorosa onde a desconfiança floresce. Apesar da antipatia, o Império cooperou com a Federação em uma série de iniciativas conjuntas contra os Thargoids no início do século XXIV.

A Aliança.
Quando a Aliança foi fundada, em 3230, após um conflito custoso contra o Império e a Federação, vários sistemas das duas superpotências migraram para ela. Para a surpresa de muitos, o Império teve pouquíssimas ações de retaliação, em parte devido à saúde fragilizada do Imperador da época e em parte devido a uma crença de que os sistemas desertores voltariam ao seu “lar natural” mais cedo ou mais tarde.

A atitude atual do Império para com a Aliança é um desprezo cuidadoso. Reconhecê-la como uma ameaça seria quase como demonstrar respeito.

Política interna.
Não é surpreendente que em uma sociedade tão preocupada com hierarquia e influência, o Império contenha uma grande diversidade de blocos competindo por poder. Particularmente, existem grandes rixas entre as várias casas da nobreza, cujos valores variam de tradicionalistas ferrenhos a reformistas convictos.

O senado imperial já não é tão ofuscado pelo Imperador como era, e obteve força suficiente para agir como um contrapeso à vontade política do Imperador. Porém, o caráter individual do Imperador ainda determina a direção geral do Império, e a sugestão de que o Império deveria evoluir além de seus costumes antigos provou ser profundamente divisiva.


Fonte: Elite Dangerous (Codex)


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