Comunicação


COMUNICAÇÃO

A crença de que os Thargoids seriam capazes de alguma espécie de comunicação extrassensorial era bastante citada nos primeiros anos de interação humana-Thargoid, mas até a descoberta dos registros da INRA, não era compreendida totalmente.

A professora Uri Anslow, da INRA, desenvolveu a teoria que uma rainha Thargoid é capaz de se comunicar com os zangões de sua colmeia por um sinal eletrônico com espalhamento espectral e pode usar esse sinal para controlar os zangões e até mesmo compartilhar suas informações sensoriais. Estudos das imagens de batalhas realmente sugerem algum tipo de comunicação quase instantânea entre Thargoids, e a presença de um nível baixo de ruído de rádio nas áreas ocupadas pelos Thargoids indica que eles se comunicam por sinais eletrônicos de curto alcance. A professora Anslow alegou também que uma rainha poderia efetivamente ver e ouvir a partir de um zangão, mas seus contemporâneos eram céticos e descartaram a afirmação como suposição.

O professor Ishmael Palin, um dos principais especialistas da galáxia sobre Thargoids, chegou a acusar Anslow de ser uma “caçadora de holofotes”.

Sabe-se que os Thargoids, na presença de humanos, produzem sons de cliques rápidos com suas mandíbulas, pontuados com silvos e zumbidos ocasionais. Também foram observados dirigindo esses ruídos uns aos outros, mas com muito menos frequência. A professora Alba Tesreau, uma das fundadoras da Aegis, iniciativa conjunta das superpotências, e especialista em comunicação interespécies, estudou os registros de áudio da INRA e sugeriu que os sons provavelmente representam um tipo de idioma, devido à repetição de certas combinações sonoras.

Não se sabe porque os Thargoids às vezes optam por comunicar vocalmente entre si, dada sua capacidade de comunicação extrassensorial. A professora Anslow sugeriu que os sons podem ser destinados a intimidar inimigos ou adversários, observando que os Thargoids costumam produzi-los antes do combate.

Observou-se que as naves Thargoid emitem uma gama complexa de sons e, em alguns casos, mudam sutilmente de cor. O significado exato desses comportamentos não foi determinado, mas eles parecem corresponder a diferentes estados emocionais. O que não se sabe é se esses sons são produzidos pelo piloto e amplificados pela nave ou emitidos pela própria nave. Se os sons têm origem no piloto, isso sugere algum tipo de conexão fisiológica entre piloto e nave. Porém, considerando-se a sofisticação da bioengenharia Thargoid, é possível que os sons venham da própria nave, e que as naves Thargoids sejam capazes de sentir e comunicar até certo grau.

Os cascos das naves Thargoid costumam ser marcados com um de vários símbolos cujo significado é desconhecido. Existe a teoria de que eles podem indicar o pertencimento a algum grupo familiar específico, ou que sejam indicadores de categoria.


Fonte: Elite Dangerous (Codex)


 

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